Você está na idade da pedra

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Ainda pensando se deve ir embora do Brasil ou não? Veja mais de 33 motivos fortes para sanar a sua dúvida – Lucre Bem
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    Ainda pensando se deve ir embora do Brasil ou não? Veja mais de 33 motivos fortes para sanar a sua dúvida

    4.6
    (9)

    1 – O Alistamento militar é obrigatório, ou seja, completou 18 anos: você irá fazer trabalho escravo

    Art 5º A obrigação para com o Serviço Militar, em tempo de paz, começa no 1º dia de janeiro do ano em que o cidadão completar 18 (dezoito) anos de idade e subsistirá até 31 de dezembro do ano em que completar 45 (quarenta e cinco) anos.” L4375 – Planalto

    O “Serviço” Militar inicial tem duração de 12 meses, podendo ser reduzida de 2 meses ou dilatada até 6 meses.

    2 – E por falar em 6 meses… 6 meses do seu salário anual são só para pagar impostos

    Você não leu errado, do salário anual, 6 meses são você trabalhando feito louco só para encher a barriga do funcionalismo público. Mas a pior parte é a declaração de renda: Você literalmente precisa ter bola de cristal e se virar para aprender a declarar renda e para declarar tudo corretamente, e se você errar 40 centavos, a Receita Fogoemgeral congela a sua conta bancária mais rápido do que você possa dizer “Ih caramba”. Recentemente aumentaram o limite de isenção de declaração de imposto de renda, de 2000 Reais para 2500 Reais, e ainda há quem comemore, sem saber que o poder de compra do brasileiro, que já era baixo, está pelo menos 4x menor do que o de antes de 2020. Há também gente comemorando a baixa nos preços dos consoles de videogame, que foram míseros 300 Reais. Não, eles não baixaram o preço, eles só fizeram um reajuste por que as vendas de consoles caíram muito, devido aos preços absurdos. Estava mais difícil “arrecadar” impostos em cima de videogames. Imagine pagar 60% de imposto de importação + frete + ICMS + qualquer outra coisa que a receita federal inventar, de repente está você lá comprando um produto onde 80% do valor é só de impostos. Pois é, no Brasil se paga quase 100% do valor de importado, em impostos.

    3 – E por falar em militares… a polícia é militarizada e comete abusos de autoridade com frequência

    É, eu sei, se você for uma pessoa bem instruída, você já deve ter se perguntado pelo menos 1 vez:
    “Por que diabos a polícia no Brasil é militarizada? “

    E o pior: a maioria dos brasileiros ainda a defende, incentiva e acha graça dos abusos que a polícia militar comete. Já dizia o velho deitado: “Desligou a câmera, a pancadaria canta. “
    Em países como Estados Unidos a polícia militar existe para atuar APENAS em ambientes militares, não em ambientes civis, mas por algum motivo, no Brasil, a polícia militar atua no cenário urbano, e é de se esperar que isso vá dá merda mesmo. Somente numa ditadura misturam militares e civis. Não é como se a polícia estatal por si só já não fosse algo ruim, pelo simples fato de ser um serviço que não foi contratado de forma voluntária, é algo forçado pelo Estado, agora imagine a polícia estatal agindo como militares do exército em zonas de conflito, é claro que não vai dar certo é de jeito nenhum. O cara que avançou o sinal vermelho não é o equivalente ao terrorista da Al-Qaeda.

    Em abordagem, policial pisa no pescoço de mulher negra de 51 anos em SP (Fonte: G1)

    4 – Políticos possuem, e hora e outra criam, leis que criminalizam quem quer que fale mal deles e de outros funcionários públicos

    A famosa liberdade de expressão com limites. Você é obrigado a pagar o salário deles e eles ainda colocam uma mordaça na sua boca, ou na sua cueca (Tadinho do Danilo Gentili). E o que dizer sobre Daniel Fraga?

    5 – Quer imigrar? Não há por que sentir vergonha disso

    Patriotismo e nacionalismo são apenas ferramentas do Estado para te fazer ter a falsa ilusão de que se está defendendo algo íntegro, mas na verdade você só está defendendo interesses políticos e corporativos. É UM DIREITO SEU, E ATÉ UM DEVER, SE ESFORÇAR, ESTUDAR E TRABALHAR PARA SER CAPAZ DE ESCOLHER ONDE VOCÊ QUER MORAR, CONSTITUIR FAMÍLIA, EMPREENDER, USUFRUIR DA VIDA OU FAZER O QUE VOCÊ QUISER FAZER. O SEU DIREITO DE ESCOLHER SE SEPARAR DE PESSOAS, LUGARES E SITUAÇÕES É INALIENÁVEL, CHAMA-SE DIREITO DE SECESSÃO E NÃO IMPORTA QUAL LEI IMBECIL OU QUAL IMBECIL TE DIGA O CONTRÁRIO: NÃO EXISTE NENHUM ARGUMENTO A PRIORI QUE REFUTE O DIREITO DE SECESSÃO, E QUEM QUER QUE FALE CONTRA ISSO, OU TENTE TE OBRIGAR A IR CONTRA ISSO, PROVAVELMENTE É UM PSICOPATA DO QUAL VOCÊ DEVE SE DISTANCIAR E CORTAR QUALQUER TIPO DE VÍNCULO.

    6 – É muito fácil ser agredido no Brasil por aquilo que se diz, ou seja, o diálogo é quase inexistente

    Ter o mínimo de liberdade para falar o que pensa é a base de qualquer país desenvolvido, sem isso não adianta esperar que o país vá para frente, além do mais, prosperidade não necessariamente é sinônimo de desenvolvimento, então não pense que misturar comunismo e capitalismo vá dar certo a longo prazo.

    7 – Brasileiros de modo geral enaltecem o Estado e todo o tipo de violência que o mesmo pratica em nome de qualquer coisa que estiver “na moda”

    A maioria dos brasileiros reclama do país, reclama da situação política e reclama de todas as medidas autoritárias dos governantes, mas na primeira oportunidade, o primeiro oportunista que vier com promessas vazias e discursos políticos, idolatram-no como se ele fosse um deus.

    8 – O sistema de saúde é péssimo e genocida

    O SUS é um monopólio estatal que dificulta a entrada de toda e qualquer concorrência privada no setor, e nenhum monopólio estatal evolui por que não tem concorrência, como foi dito: dificulta a entrada de empresas do setor privado, isso significa que no máximo o Estado abre concessões para empresas privadas, mas essas nunca serão consideradas concorrentes do SUS, pois a lei as impede de serem tão eficientes quanto o monopólio do Estado.

    9 – O comunismo não é o maior problema do Brasil

    De direita ou esquerda, o brasileiro é dependente do Estado para absolutamente tudo, e idolatra o Estado em absolutamente tudo, é a mentalidade liberal que predomina no país, e sim: liberalismo é pior do que comunismo.

    Por quê?

    O comunista usa o comunismo como forma de conseguir poder, dinheiro e privilégios no Estado. A menos que ele seja um adolescente da USP, ele não acredita que o comunismo funciona, muito pelo contrário, ele acha o comunismo coisa de gente idiota, mas ele reconhece que o comunismo pode dar coisas de graça para ele (de graça às custas da escravidão alheia), portanto, assim que ele consegue o que quer, acabou o discurso romântico. Figuras ditadoras mundo afora usaram o comunismo para chegar ao poder e depois traíram todo mundo (mas não fique surpreso, todo político faz isso). Depois que se está no poder, o discurso comunista só é utilizado de forma a manter o regime totalitário, por outro lado, tirando os políticos liberais, o liberal que faz parte do gado é literalmente alguém que vê no Estado o papel de “Deus”, uma entidade toda poderosa que deve cuidar da vida de todo mundo, e esse também é um erro de todo conservador que se diz liberal na economia, pois não tem como ser conservador e ser liberal, mas também o buraco é mais embaixo: também não tem como ser conservador e ser estatista. Como o conservador pode falar em moral se ele apoia uma ferramenta imoral que é o Estado? Não apenas imoral, como antiética. Portanto, todo conservador deveria ser, também, anarcocapitalista.
    O conservador anarcocapitalista é aquele indivíduo que defende uma moral, mas não quer que essa moral seja implementada através da agressão da propriedade privada, onde a primeira propriedade de um indivíduo é ele mesmo, cada indivíduo é dono de si e quem quer que viole esse direito jusnaturalista é um criminoso.
    Agora imagine, quando o indivíduo é falso conservador e ainda é liberal. A única diferença entre o liberal e o fascista é que o fascista mete a mão na sua cara com todo seu ódio de maníaco psicopata, enquanto o liberal pede para meterem a mão na sua cara educadamente, enquanto te convida para um chá às suas custas.

    10 – Se defender políticos já é um erro lógico, imagine transformar isso em fanatismo

    Antigamente nem tanto, mas hoje em dia a maioria dos brasileiros idolatra políticos a um nível que ultrapassa a normalidade, chega a ser preocupante. O messianismo político no Brasil é um delírio que tomou conta da maior parte da população, hora com o Lula no poder, posteriormente com o Bolsonaro, amanhã será com algum ditador militar.

    11 – Sim, a maioria dos brasileiros ama idolatrar políticos

    Esse motivo por si só já é mais do que o suficiente pra você meter o pé desse lugar.

    12 – No Brasil fala-se mal do governo, mas “benefícios sociais” são muito bem-vindos

    As pessoas amam o Estado de tal forma que não conseguem mais viver sem o assistencialismo do mesmo.

    13 – Não importa qual aparência você tenha, você vai sofrer menos racismo em países de primeiro mundo considerados racistas, do que no Brasil

    O racismo no Brasil costuma ser do tipo velado, e não falado, portanto, é muito comum ver pessoas recebendo tratamentos diferentes de acordo com a aparência; em muitas situações a discriminação não é falada, mas demonstrada.

    14 – No Brasil mete-se luta de classes em tudo

    Além do problema do racismo, o tratamento também se baseia muito com base em dinheiro e status.
    Um empresário ficou muito rico honestamente? Isso é um problema, precisamos distribuir a riqueza dele. O parente comprou um carro bom? O outro parente tem que comprar um carro melhor, por que é um absurdo que alguém tenha um carro melhor do que o dele. Uma pessoa roubou, mas ela tem a cor de pele da categoria vitimizada? Não pode ser presa, é vítima da sociedade. É como funcionam as coisas, o socialismo no Brasil chegou ao nível de tornar as pessoas realmente iguais: igualmente pobres, e quem quer que consiga escapar desse estigma, prosperando, será alvo fácil, podendo tornar-se até vítima de cancelamento. Se você tem algo, você não pode mostrar ou não pode mostrar demais, por que sempre haverá alguém querendo o que é seu, e podem até tentar te roubar.

    15 – O sul é meu nariz

    Não pense que o sul do Brasil é mais evoluído do que o restante do país, eles só são melhores em mascarar as coisas, e alguns lugares estão melhores do que muitas cidades país afora (mas a diferença não chega a ser gritante). A mesma corrupção que existe em Brasília, existe no sul, a mesma corrupção que existe em São Paulo, existe no sul, e a mesma corrupção que existe no Ceará, existe no sul. Os mesmos péssimos hábitos brasileiros que existem no restante do Brasil, existem no sul. Exemplo do que acaba de ser dito é que se o sul fosse realmente tão bom eles fariam o separatismo de forma espontânea e não através de um movimento político que existe justamente para garantir que o sul continuará sendo parte da República Federativa do Brasil. Você não leu errado, O Sul É o Meu País é só mais um movimento político criado para embromar as pessoas, levando-as a acreditarem que elas possuem alguma representatividade, usa a mesma metodologia de Gene Sharp (Uma versão Light da metodologia de Mahatma Gandhi), é só mais um movimento pacifista que serve para fazer com que as pessoas se cansem de lutarem por mudanças. A secessão sulista só ocorrerá de fato no dia em que os sulistas compreenderem que não é através do Estado que irão conquistar isso, e sim através do mercado, através da livre iniciativa, através dos indivíduos, e não através do “coletivo”. Portanto, se seu sonho é morar no sul, desiluda que no sul você vai encontrar o santo graal, não vai.

    Ah, e antes de proceder com o artigo, é claro que a gente tem que zoar sulista:

    16 – A inveja é enraizada no Brasil

    Quanto mais você se destaca, mais você é odiado. Enquanto que em lugares como Alemanha, Japão e Estados Unidos as pessoas AINDA valorizam pessoas trabalhadoras, honestas, esforçadas, empreendedoras e criativas, no Brasil é exatamente o oposto: você será odiado se demonstrar ser uma pessoa inteligente, independente, criativa e autossuficiente, principalmente se o dinheiro do seu bolso vier da iniciativa privada e não dos cofres públicos.

    Mas você pode estar se perguntando: E os estrangeiros? Principalmente os de países de primeiro mundo, por que eles são tão bem recebidos no Brasil?

    No Brasil as pessoas só admiram estrangeiros por serem estrangeiros, se você agir como alguém de um país de primeiro mundo pode se preparar para sofrer, porque a cultura abomina tudo o que é elevado, íntegro, qualquer coisa que gere felicidade e prosperidade.

    17 – Pessoas são processadas por falarem a verdade

    Sim, falar a verdade no Brasil é crEme, mas não tem muito o que fazer, no restante do mundo está ficando assim também, e em alguns lugares já é assim. E sim, eu quis dizer “creme” mesmo.

    18 – Pessoas são processadas por tornarem públicas coisas que são literalmente crimes

    Você foi vítima de ameaça, calúnia ou difamação? Se você liberar as conversas virtuais, gravações de telefone e filmagens para o público, você pode estar cometendo um crime, sim, você pode estar cometendo um crime por tentar se defender de um criminoso. Pode isso Kwabara? Tá pensando que filho? Rapadura é doce, mas não é mole não.

    19 – Existe porte de armas, mas na prática não existe direito a legítima defesa

    Se você matar um invasor de propriedade, você vai preso imediatamente. Se você reagir a um assalto à mão armada e matar o ladrão, você também vai preso, e mesmo se o ladrão sair vivo, também te prendem. Armas no Brasil são só para você falar que tem, e além do porte de armas praticamente exigir até exame de DNA pra saberem se você é um ser humano ou alienígena, ainda tem o fato de que armas de fogo são muito caras no país. A pior parte é que por ser uma nação de submissos ao Estado, as pessoas literalmente tem medo de praticar desobediência civil: enquanto existem lugares no mundo onde há gente fabricando as próprias armas, no Brasil mesmo com o porte de arma você ainda pode ser visto como bandido por estar com um cano na cintura. Armas, baixos impostos, baixa burocracia, empreendedorismo e opinião própria, brasileiro é alérgico a tudo isso, tem fobia de toda e qualquer coisa que lembra ideais de liberdade.

    20 – O anarquismo clássico é predominante no Brasil

    Eis a prova definitiva de que o brasileiro tem fobia a armas: O anarquismo clássico é aquele em que atos imorais e antiéticos são enaltecidos (pois são vistos como formas de desafio às autoridades), mas na prática anarquista clássico (Seja ele consciente disso ou não) é completamente submisso ao Estado e à bandidagem. Tome como exemplo como as pessoas nas comunidades são reféns de traficantes, as comunidades são ditas por muitos como lugares mais livres, onde em muitos lugares nem se paga luz e internet, muitas vezes não pagam gás e nem feira, mas tudo isso vem às custas da própria liberdade: moradores de comunidades são o perfeito exemplo de anarquismo clássico, o que idiotas socialistas adoram chamar de anarcocapitalismo (mas são incapazes de provarem isso epistemologicamente).

    Um típico diálogo entre um hipócrita e uma pessoa racional:

    – Ainnn, mas as comunidades do morro são o exemplo perfeito de anarcocapitalismo.
    – E por que só os traficantes tem armas? Por que os moradores não defendem o direito de propriedade? Por que não botam os traficantes pra correr? Por que o lugar inteiro parece um mini Estado? Desde quando anarcocapitalismo é a respeito de se desarmar e deixar os outros te escravizarem? Tudo o que se vê nas comunidades é exatamente aquilo que o marxismo prega.
    – Você deturpou Marx, não sabe do que está falando, vai estudar!
    – Só depois que você provar como o estelionato e assassinato sistêmicos que o Estado e esses mini Estados fazem é algo sustentável a longo prazo.
    – Fascista!

    21 – O Brasil é idêntico aos Estados Unidos

    Mas somente naquilo que não presta. Se amanhã surgir um movimento político das galinhas polonesas, no Brasil vão criar o movimento político das galinhas carijós. Se virar moda usar salto alto de 30cm nos EUA, no Brasil vira moda ostentar salto alto de 30cm, com cor de tutti-frutti e tocando funk. Se lançarem um reality show sobre depressão nos EUA, nos Brasil lançam um reality show sobre o dia-a-dia de uma família de baixa renda que sofre com a desigualdade social. O Brasil não copia nada de positivo dos Estados Unidos, somente o que é supérfluo ou com fins políticos mesmo.

    22 – Durante a “estação do bicho da goiaba em 2020 e 2021”, a maioria dos brasileiros demonstrou TOTAL obediência cega ao Estado

    A maioria demonstrou total obediência ao Estado e massacrou de todas as formas possíveis toda e qualquer pessoa que ousou questionar as medidas estatais. No instante em que escrevo esse artigo há pessoas lá fora literalmente cancelando quem quer que fale contra qualquer medida estatal em relação a “estação do bicho da goiaba em 2020 e 2021”. Atente-se a esse ponto, pois o que aconteceu entre os anos de 2020 e 2021 demonstra de forma plausível que o Brasil não tem jeito.

    23 – As pessoas gostam de ostentar coisas que são de necessidades básicas, mas também ostentam coisas que elas não conseguem comprar e estilos de vida que elas não conseguem manter

    Ah “boa” e velha cultura da ostentação. Por incrível que pareça, roupas de marca, tênis de marca e carros populares são motivo de status no Brasil, e a forma como isso te afeta é que isso dificulta o barateamento dessas coisas, já que não há incentivo algum para o mercado oferecer produtos de qualidade e baratos, e nem há pressão para a diminuição de impostos em cima dessas coisas, logo, essa é uma das coisas que contribuem em peso com o aumento do seu custo de vida. A pior parte é que esse estilo de “vida” não está dando sinais de enfraquecimento nem mesmo com a estão do “bicho da goiaba de 2020, 2021”, nem a crise econômica que o país está passando está sendo o suficiente para por um fim à cultura da ostentação.

    fake rich falso rico

    Ei ei ei ei ei, espera aí! Quem disse que acabou?

    Precisamos falar também dos ostentadores de estilos de vida luxuosos. Esses geralmente são os cantores de Funk e Sertanejo Universitário, bem como os coaches que querem te ensinar a ficar milionário da noite para o dia, essas pessoas alugam carro, moto, mansão, roupas de grife, pagam dançarinas, hotel 5 estrelas, atores (às vezes até atores famosos) e tudo o que for preciso para fazerem marketing pessoal enquanto te vendem algo, seja um curso, que não te ensina nada e só te faz gastar dinheiro, ou o último pancadão dazparada, que só te ensina a fazer o que não presta, e em ambos os casos você é incentivado a seguir um estilo de vida que você não base financeira alguma para seguir, e eles nem te ensinam como verdadeiramente ter.

    De qualquer forma, não digo que é errado querer usufruir das coisas e postar sobre isso nas redes sociais, mas será que não dá para pelo menos fazer isso sem forçar a barra? Não há nada de errado em postar uma foto numa viagem para um lugar bonito, seja lá onde for, mas precisa mesmo escrever na postagem algo do tipo “Tomando um vinho tinto de 2000 dólares em Paris com a prima do Tom Cruise”?

    24 – O jeitinho brasileiro impede que o país evolua

    Por mais que surjam libertários/ANCAPS (ou falsos libertários/ANCAPS) dizendo que o jeitinho brasileiro é o que salva o brasileiro das medidas autoritárias do Estado, no fim do dia o jeitinho brasileiro faz mais mal do que bem, pois cria-se um ambiente de pessoas que adoram levar vantagem em cima das outras, especialmente se a vítima for vista pelo espertinho como alguém inferior (os problemas de discriminação racial e social que foram citados anteriormente). Regras e leis não são intrinsicamente ruins. Quando um país é repressor e opressor demais, não é o jeitinho que vai salvar o país, é as pessoas tomarem vergonha na cara, e aprenderem o que é ética e moral, que vai. Reza a lenda que um certo país ao norte do Brasil criou um constituição baseada nos 10 mandamentos bíblicos e que isso deu certo por muito tempo, que só começou a dar errado quando começaram a dar um “jeitinho”. A existência do jeitinho brasileiro se dá justamente pelo fato do brasileiro não valorizar as responsabilidades que deveria ter para com a própria vida, e ao invés disso hipervaloriza o lazer e a mentalidade de “ser amigo do rei”.

    Enquanto houver cerveja e churrasco, no resto a gente da um jeito, certo? Certo?

    25 – Hospitalidade para quem?

    Não adianta falar que o brasileiro é hospitaleiro, pois toda essa hospitalidade só existe para pessoas que tem algo a oferecer, como estrangeiros de primeiro mundo, pessoas com melhores condições do que os demais e bobos da corte. Mas por que bobos da corte? Se você cumprir com todos os requisitos do pão-e-circo, você está isento de ter dinheiro e status, ou de ser “gringo”; contanto que você contribua com uma subcultura hedonista, o famoso animador de festa sem escrúpulos (que também pode ser chamado de palhaço da turma), você será bem-vindo país afora.

    Nem Diógenes tem paciência.

    26 – As pessoas são cruéis

    Existe um elevado grau de psicopatia praticamente oculto, mas muito presente, no Brasil, e também tem a ver com o que foi dito sobre hospitalidade. Acontece que no Brasil muita gente tem desprezo por pessoas necessitadas, por pessoas que possuem algum tipo de limitação física ou mental, e também por pessoas “diferentes” a o que o padrão conservador brasileiro determinar como correto. Há também desprezo por pessoas que exercem profissões popularmente tidas como inferiores, exemplos dessas profissões são: faxineira, mecânico, vendedor ambulante (que absurdamente precisa de autorização do Estado para trabalhar), porteiro, coletor de lixo, dentre outras. Até quando se pede um simples favor, isso é como se estivesse vendendo a alma para o diabo, principalmente quando se vai pedir favor a “amigo” ou a parente, o preço a se pagar depois é alto, com coisas como a pessoa cuidando da sua vida e te cobrando favores pelo resto de seus dias. Se você não tiver dinheiro, status ou pão-e-circo a oferecer, você será odiado e pisado, salvo casos isolados, não há misericórdia na “cultura” brasileira.

    27 – Não há qualquer perspectiva de crescimento pessoal no Brasil de forma honesta

    Ficar rico? Esqueça. A menos que você seja amigo do rei (funcionário público ou trabalhe para o Estado de alguma forma, tipo advogado da iniciativa privada), a menos que você seja um empresário que constantemente faz coisas que possam resultar até mesmo na sua prisão (Reza a lenda que Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, foi preso por sonegação de impostos), a menos que você seja bandido (traficante é um exemplo disso), enfim, se você não faz parte do Estado ou não sabe burlar o Estado, você não terá condições de enriquecer no Brasil, é impossível. Não é como morar na Suíça, fazer tudo certinho e de repente você está de relógio suíço no braço e com um patrimônio equivalente a milhões de euros. Desista, não há qualquer perspectiva de crescimento pessoal no Brasil sem fazer coisas arriscadas ou sem ser amigo do rei.

    28 – Monopólios/oligopólios estatais e a “cultura” do concurso público

    O Brasil é um país dominado por monopólios estatais, e onde não há monopólio estatal, há monopólio/oligopólio corporativista, e não, não importa se algum mestre dos magos surja falando da privatização dos Correios (imagino que seja isso que você está pensando), o máximo que vai acontecer é a empresa Correios se tornar um monopólio corporativista super privilegiado. Sim: vai continuar difícil para outras empresas empreenderem no setor de entregas. Olá Mercado Livre cobrando 30 Reais de frete ECONÔMICO pra entregar um lápis, e sabe por que as coisas são assim?

    Por causa da “cultura” do concurso público. O sonho do brasileiro médio não é empreender, ficar rico e continuar contribuindo para que a sociedade progrida e tenha maior IDH, o sonho do brasileiro médio é passar em concurso público, ficar bem de vida e encostar. Sim, esse é literalmente o sonho da maioria dos brasileiros: ter um salário gordo todo mês, trabalhar pouco e aposentar o mais breve possível.

    Muita gente inclusive começa bem cedo, assim que termina o ensino médio (ou no máximo quando termina a faculdade), PASSA NUM CONCURSO PÚBLICO E DEPOIS NÃO FAZ MAIS NADA DA VIDA!

    E quem paga a conta?

    A livre iniciativa é você que é empresário, vendedor ambulante e também o empregado da iniciativa privada, isso se deve por que monopólios estatais não tem competição. Mas não me leve a mal, conheço muitos funcionários públicos que são boas pessoas, e entendo que existem pessoas que merecem ter tal emprego, porém, imposto continua sendo roubo, e concurso público não deixa de ser uma anomalia socialista que deveria ser combatida, e o combate só é possível através da abertura de mercado, mas o mercado só vai abrir quando as pessoas começarem a cruzar os braços para o sistema, tipo deixando de comprar carrão do ano (sendo que vai ter que parcelar em 48 vezes) só para aparecer para os amigos e parentes. Acredite: se hoje você paga 1 barra de ouro no litro de gasolina, 50% da culpa é do funcionalismo público, e os outros 50% da culpa são sua que aceita ser explorado pelo funcionalismo público, pois o mesmo não produz nada, não tem competidor algum e sempre que uma empresa pública vai mal, o Estado arranca dinheiro da iniciativa privada para salva-la. É quando as coisas estão muito ruins que surgem políticos dizendo que a empresa pública finalmente vai ser privatizada, mas finalmente vai ser privatizada por que a economia do país já foi pra merda há muito tempo. A privatização vem quando não se tem mais de onde tirar dinheiro para sustentar o pessoal que hora e outra faz greve, e faz greve a troco de quê, já que entrou no emprego com um valor definido pra ganhar por mês? Por outro lado, a abertura de mercado NUNCA vem junto com a privatização, simplesmente por que para ocorrer a abertura de mercado é necessário que a maior parte da população já esteja de saco cheio do funcionalismo público, como aconteceu com a Estônia quando ela saiu do comunismo.

    Falei sobre a abertura de mercado por que tem gente que sempre usa o famoso discurso “Aí, tá vendo, privatizar não adianta nada”, horas, sem competidores no mercado não adianta mesmo, era pra adiantar? Se você realmente acredita que basta privatizar e já está tudo bem:

    Quando o mercado privado é muito engessado, graças ao corporativismo (que também é algo do Estado), surgem anomalias como sindicatos que causam no trabalhador a falsa sensação de representatividade, porém, são só mais um tom de socialismo. Um verdadeiro progresso só ocorre quando soluções vem diretamente do mercado e não do Estado, prova disso foi o Uber. Quem se lembra das brigas entre taxistas e motoristas da Uber? Quem venceu: o sindicato dos taxistas, que é arcaico, defasado, cheio de jogos de interesses e monopolista, ou o Uber que na época representava, literalmente, o progresso tecnológico? Hoje em dia é muito raro ver alguém falar “Pega um taxi”, mas “Pega um Uber” é bem comum. É claro que a descentralização de mercado não pode e nem deve parar, portanto, o Uber também precisa de vários concorrentes para que essa situação não acabe em oligopólio, como ocorreu com o setor de telecomunicações (olá Vivo, Claro, Oi, Tim e aBiguinhos).

    Alguém me explica por que funcionário de empresa privada não faz greve? É por que se fizer, vai mandado embora né? Tendi.

    29 – Há hedonismo por toda a parte: existe uma subcultura da depravação e do erotismo desenfreados, incentivo ao sexo e a libertinagem

    É fato de que nenhuma nação consegue ser verdadeiramente próspera se ela se perder no hedonismo, simplesmente não é possível, e eu desafio qualquer um a me mostrar uma única nação que não foi ladeira abaixo depois que o hedonismo se tornou algo recorrente e banalizado. Como exemplo temos os Estados Unidos que outrora era exemplo de país cristão e próspero, hoje perdeu todos os valores espirituais e está sucumbindo, visto que a libertinagem perverte os valores éticos e morais, apesar de ainda haver alguma liberdade econômica (com exceção de estados como California e Nova York, que já estão no padrão de terceiro mundo).

    Oiiiee.

    30 – “A nossa bandeira jamais será vermelha”

    O messianismo político conseguiu dividir o país entre “Petralhas” e “Bolsomínions”, esses são os termos usados por ambos os grupos, e depois disso essa gente miserável conseguiu fazer do país um inferno, pois para essa gente se você não defende pautas regressistas, você só pode ser um bolsomínion que merece ser cancelado, e se você não defende pautas neocons, você só pode ser petralha, esquerdista, melancia que vão mandar ir pra Cuba, Coreia do Norte, China ou… pro Rio de Janeiro (ok, é piada, não me batam). O messianismo político é uma verdadeira des-graça que arruinou toda e qualquer possibilidade de conseguirmos viver bem uns com os outros e é certamente isso que servirá como estopim para oficializar uma ditadura fascista/comunista no país no futuro, mais uma vez e pela quarta vez. As outras ditaduras foram quando a república foi “fundada” (devido à crise do encilhamento e a farsa imperial maçônica), depois durante as décadas de 20 e 30, e posteriormente em 68, que foi quando os militares oficializaram o golpe de 64 com a AI-5. Sim, caro neocon, sinto muito informar-lhe, mas 64 foi golpe sim, pois quem deveria ter resolvido o problema do comunismo eram os civis e não o Estado, sendo que o próprio criador do problema foi o Estado. Mas não pense que o que falei se limita a petistas e bolsonaristas, vale para qualquer um que defenda qualquer coisa do Estado, incluindo liberais, mas também vale para muitos libertários, pois esses falham em entender que o problema central não é o Estado e sim enxergar o próximo como inimigo (que é algo que o Estado ama que façamos), logo, enxergar estatistas como inimigos também é um problema, pois em sua maioria eles são pessoas comuns que compraram discursos mentirosos de políticos e think tanks.

    De qualquer forma, assim que acabar o pão e circo, as pessoas vão começar a se matar e o Estado vai intervir para fazer a normalização forçada, ou seja, outra ditadura, ou no mínimo uma crise ao padrão 1929.

    Acabou o churrasco e a cerveja, o choque de realidade vem, e é aí que as pessoas começam a brigar para valer (para a felicidade dos governantes).

    31 – Segurança

    Isso é de senso comum, segurança no Brasil é mato, e matam mesmo.

    32 – Tudo isso não é de hoje

    Muito antes de toda essa bagunça atual começar eu já havia tido o desprazer de conviver com parentes autoritários, desonestos e burros, também com professores, funcionários de empresas privadas, dentre outros igualmente autoritários, desonestos e burros. E advinha? Eu nasci no tão defendido Estado Demoniocrático de Direito, e estudando uma coisa aqui e acolá foi quando descobri que o país nunca deixou de ser uma ditadura hora comunista, hora fascista, hora essa anomalia “fascistodemocrática” em que vivemos hoje e que já está escalando para algo pior, mas desde criança eu percebi o comportamento criminoso ao meu redor, mas é o que se pode esperar de uma “cultura” onde a psicopatia está fortemente enraizada.

    33 – De 1822 em diante é tudo faz de conta

    O que chamamos de Brasil foi forjado pela maçonaria, antes de 1822 quem nascia no Brasil era português e o Brasil era chamado de província de Portugal, portanto, aquele estranhamento que você, se for uma pessoa adulta, certamente já teve várias vezes sobre as coisas no Brasil nunca darem certo tem justificativa nisso aqui que está sendo dito: o país foi forjado, documentos foram fraudados, a História do Brasil foi completamente reescrita para que mais tarde abrissem espaço para a república, tanto que o período que o Brasil foi extensão de Portugal durou de 1500 à 1822, isso são 322 anos do Reino de Portugal nesse território hoje chamado Brasil e que os livros de História maçônicos desonestamente chamam de Brasil Colônia (1530 a 1822).

    Fontes: Tito Lívio Ferreira – O Brasil não foi colônia, Instituto IMUB

    Portanto, observe que brasileiro é um termo que anteriormente era utilizado para denominar aquele que trabalha com extração de Pau-brasil, e era somente isso. Se você achava um absurdo do por que o Brasil nunca chegou a se desenvolver enquanto nação soberana, por que pessoas como Enéas Carneiro (por mais que eu discorde de certos posicionamentos dele) eram tratados com total escárnio, por que sempre que as coisas parecem estar se resolvendo, vem um vendaval e derruba tudo, mandando o país de volta para a fossa, por que você provavelmente sente vergonha de falar para um estrangeiro que você é brasileiro, enfim, se você queria saber por que o Brasil nunca deu certo, eis aqui o motivo principal, o Brasil não feito pra dar certo. O Brasil foi criado para ser uma ditadura em uma briga interminável entre oligarcas e populistas. O brasileiro não tem real identidade por que a verdadeira identidade do brasileiro é portuguesa. Monarquia parlamentarista? Uma piada de mal gosto muito bem contada.

    34 – Brasileiros são totalmente desunidos

    Qualquer situação que exija união para combater um problema ou uma situação ruim, os brasileiros não estão nem aí, ou no máximo vão paras ruas pedir mais Estado através de protestos, exemplo disso é que se acontecer uma tragédia ambiental ou qualquer coisa do tipo, é cada um por si. Ninguém ajuda ninguém, supermercados não baixam os preços, ou dão coisas de graça, para ajudarem as pessoas afetadas pela tragédia, praticamente ninguém se importa com as vítimas, nem as vítimas se importam com as vítimas, por que no máximo os afetados pelo problema vão se fazer de coitados e pedir assistencialismo público. Se ocorre um escândalo de corrupção, as pessoas querem que o Estado resolva o problema, e lá vai o Estado investigar o Estado, julgar o Estado e depois condenar meia dúzia de pessoas do funcionalismo público que foram pegas pra bodes expiatórios.

    35 – Gadismo

    Tirando lugares como Estados Unidos, Alemanha e Canadá, o “gadismo” no Brasil parece ser maior do que em outros países, até mesmo no que se diz respeito a relacionamentos. Muitos homens de classe social mais “desfavorecida”, ou com “o lado animal mais eflorescido”, se tornam “bichos” que fazem de tudo por mulheres, podendo cometer até crimes ou atitudes desesperadas para conseguirem migalhas de afeição feminina. Parece piada, mas você certamente tem alguma nobre donzela nos seus contatos do Facebook que recebe em média 500 curtidas semanais em fotos da rede social, e que dizer sobre os perfis delas em outras redes sociais, como o Instagram? Em muitos casos o pack do pé come solto, com bovinos gadosos chegando ao ponto de pagar centenas ou até milhares de reais por tal “produto”. Mas é claro, existe gente mundo afora, como nos EUA, que consegue ser ainda mais gado, então nesse aspecto o Brasil não leva medalha de ouro, mas medalha de prata leva com certeza.

    36 – Não é apenas Deus que é onisciente, o brasileiro também é

    Parece que no Brasil impera uma cultura de que você tem sempre de saber sobre tudo, e se você disser que não sabe algo, isso é tido como um demérito e não como uma demonstração de honestidade. Pior ainda é quando você é do tipo que não liga muito pra muita coisa, por exemplo, quando você não é do tipo que decorou livros de história, geografia e sociologia, simplesmente por que você está andando e cagando pra essas coisas (até por que é tudo mentira mesmo), acham um absurdo que você não saiba coisas “básicas”.

    O bem-te-vi vendo o funcionário de empresa mentir que sabe fazer a tarefa exigida.

    37 – “Você só vai ser gente na vida se você estudar”

    E já que estamos falando em conhecimento, o que dizer sobre estudar para ser alguém na vida? Isso é talvez a coisa mais miserável que já foi inventada e disseminada no Brasil, essa mentalidade de que só se torna alguém na vida quem estudar, isso está errado em gênero, número e grau, é um salto lógico. O que deveria ser incentivado é o acúmulo de riqueza através do trabalho honesto, ou seja, deveria haver uma mentalidade de defesa do capitalismo e não uma mentalidade defesa do conhecimento, se é que isso quer dizer algo. Sim, dizer que uma pessoa só se torna alguém na vida se ela estudar é algo bem abstrato, pra não dizer arbitrário. O que exatamente define “estudar”? Aí um verdadeiro comprometimento com a investigação científica ou apenas um “decoreba” de livros no intuito de conseguir diploma, status e o direito de arrotar caviar na cara alheia? Por que estudar é isto: usar de caráter investigativo a ponto de compreender verdadeiramente como algo funciona e tornar-se apto a explicar, e talvez até a executar, esse algo. Entrar para uma universidade e decorar livros como um papagaio de pirata decora o discurso do dono não é o mesmo que estudar, é literalmente ser doutrinado. Veja o exemplo a seguir, de algo postado PUBLICAMENTE na internet:

    Link da página: É verdade que um dos prognósticos da cirurgia de vesícula é a deficiência falas vitaminas liposoluve (doctoralia.com.br)

    Sim, a retirada de vesícula leva a deficiência de vitaminas, e essas vitaminas são a A, E, D e K, referências:
    https://nutritionandhealing.com/2017/07/21/gallbladder-removal-leads-to-nutritional-deficiencies
    https://lifewithnogallbladder.org/article/gall-bladder-and-gallstones
    https://vitamindwiki.com/Gallbladder+removal+and+vitamin+D+deficiency

    A pior parte é que quando fui pesquisar, eu não consegui encontrar nada em português que falasse a respeito das consequências da retirada da vesícula, só encontrei em inglês mesmo. Para quem quiser fazer a própria pesquisa, vá ao site de buscas duckduckgo e pesquise por “Gallbladder removal consequences”, para ver as consequências de se retirar a vesícula, dentre elas o fato de que a bile pode ir parar no estômago ou no esôfago (coisa que o médico da resposta talvez nem deva saber), o que acaba causando o chamado Gallbladder Reflux (refluxo biliar), e o médico da resposta não deve saber por que talvez ele seja do tipo de médico que não estuda o caso de cada paciente.

    Referência: https://www.drmalladi.com/acid-reflux-after-gallbladder-removal/

    Sim, existem 3 tipos de médicos no mundo:

    O que estuda o caso de cada paciente, o que só quer ganhar dinheiro e o “ocupado”.

    Preste bem atenção no que foi dito, pois isso pode salvar a sua vida (literalmente). O médico que estuda cada caso é o tipo de médico mais responsável que existe, mas é bem escasso, já o “ocupado” é aquele que trabalha demais e não tem tempo para ficar estudando as coisas, ele não tem tempo nem para fazer cursos de extensão, ele não é necessariamente uma pessoa ruim, mas ele é um profissional medíocre, pois ele literalmente pode acabar pondo em risco a vida do paciente, por acabar desinformando o paciente. Sobre a resposta do médico do exemplo citado: órgãos tem funções específicas, eles não são de enfeite. A retirada da vesícula vai fazer falta da mesma forma que a retirada de um rim faz falta, da mesma forma que a retirada do apêndice faz falta, da mesma forma que a retirada do baço faz falta, esses são órgãos com os quais é possível sim viver sem eles, mas isso não os torna menos importantes, logo, a retirada dos mesmos irá resultar na mudança do estilo de vida do indivíduo, assim sendo, o indivíduo desenvolverá certas limitações.

    Caso você queira saber se o seu médico é um bom médico, basta questiona-lo durante a consulta e demonstrar que você estudou a respeito do seu caso, não tenha vergonha e nem medo de fazer isso, às vezes você deve até discordar dele. Se ele for um bom médico, o mínimo que ele vai fazer é respeitar o seu direito de pesquisar sobre o problema, mesmo que ele discorde de você, mesmo que ele prove que você está errado, ele reconhece que a sua atitude é correta. Por outro lado, se ele disser para você que o médico é ele, ou se ele debochar de você, dê meia volta e saia do consultório, peça um reembolso da consulta, por que isso aí não é médico e sim um adolescente diplomado.

    Tudo isso que citei vem de uma subcultura que não valoriza a resolução de problemas, mas sim o status, o “Aparecer”, é um sistema de castas, onde quanto mais se sobe na hierarquia social, mais importante e bem visto se torna, “e está bom assim”. Agora pense num país inteiro afetado pela mentalidade de marajá, é claro que será um país subdesenvolvido. Quis explicar tudo isso para conseguir defender o meu ponto: é a mentalidade empreendedora que deve ser defendida. E empreender não é somente abrir uma empresa e ganhar dinheiro, empreender é um estado de espírito, empreender é viver. As pessoas precisam adotar a postura de que um indivíduo deve ser valorizado pelas suas contribuições em prol do próximo. Em outras palavras, o trabalho, a resolução de problemas, a liberdade de escolha, a capacidade de crescer na vida através da livre iniciativa é o que deve ser defendido, o acúmulo de capital por vias honestas é o que deve ser defendido. Por muito tempo, em países de primeiro mundo, as pessoas foram capazes de crescer através do próprio esforço: pega-se um emprego de faxineiro, lavador de pratos, vendedor do Mcdonalds, qualquer coisa no Brasil é considerada “subemprego”, e assim se consegue dinheiro o suficiente não só para pagar as contas e usufruir a vida, como também para…. advinha? Financiar os próprios estudos.

    É o capitalismo e somente o capitalismo que é capaz de criar uma sociedade de indivíduos prósperos e verdadeiramente respeitados, em tal sociedade estuda quem quer e estuda por vocação, e não obrigação. Quando se tem dinheiro sobrando, é de se esperar que as pessoas queiram investir o dinheiro nos próprios estudos, até por que isso também significaria ganhar mais dinheiro, mas se elas não quiserem investir dinheiro nos estudos: está tudo bem, é direito delas, mas se a pessoa se especializa em algo é óbvio que ela deve esperar ganhar mais do que quem não se especializou. O próprio mercado incentiva o crescimento da pessoa em todos os setores da vida. Por outro lado, quando a mentalidade do “Você tem que estudar para ser alguém na vida” predomina, exclui-se toda e qualquer possibilidade de crescimento através do empreendedorismo, na verdade o empreendedorismo até se torna um vilão social, passa a causar alergia, o que cria aberrações como “Tadinho de fulano, ele vende água mineral na rua, isso é que dá não estudar”. Observe como estudar deixa de ser uma virtude e passa a ser um ato de se conseguir status através de um diploma, assim criando-se um país de aparências, um ambiente onde para se ser alguém ou adquire-se um diploma ou torna-se amigo do rei.

    Observando como funciona a mentalidade castas, podemos observar por que há tanta pobreza e miséria no Brasil, por que os impostos são tão altos, por que há tanta gente que se acha melhor do que os outros só por que tem mais status e dinheiro, por que há tanto ódio por indivíduos autossuficientes e empreendedores, por que há a mentalidade subserviência, é justamente por que não há valorização do indivíduo, mas há valorização do coletivo, mas existe mais um problema aqui: o coletivo não existe. O coletivo não passa de um fantasma criado para assassinar toda e qualquer expressão de individualidade, pois se o que vale é a vontade do todo, logo não vale a vontade de ninguém, daí surgem essas aberrações onde o importante é a pessoa mostrar ser algo e não verdadeiramente ser algo, e isso só gera soberba, miséria e consequentemente um país subdesenvolvido de indivíduos que nunca serão respeitados por indivíduos de países de primeiro mundo enquanto a mentalidade socialista for dominante.

    38 – Som alto com música ruim, cachorro fazendo barulho e vizinhos que falam alto, e tudo isso oferecido especialmente aos domingos e feriados

    Existe muita falta de respeito ao próximo, um amigo tem uma vizinha que às vezes está falando alto às 2h da madrugada (a parede da casa é geminada) e o tio dele dorme muito cedo para acordar às 4:30. A vizinha deixa a televisão num volume absurdo de alto, e quando não é ela fazendo barulho, é o cachorro da vizinha do outro lado que começa a latir sem parar, e isso incomoda bastante, e a vizinha por não respeitar ninguém, simplesmente não educa o cachorro, ela sequer procura um modo de faze-lo obedecer comandos básicos, como “Fica quieto”. Ainda tem a questão de não respeitarem domingos e feriados, por exemplo. Tem uma espécie de “terreno com galpão” (só de fachada o lugar tem 7 metros) em frente a casa dele há mais de 6 anos e nunca fizeram nada lá, mas de repente resolveram ativar o mesmo e agora fazem obras e barulho bem altos diariamente, e bem cedo, por volta das 7h, 8h da manhã, e é um barulho insuportável, “O pior é que meu quarto fica na parte da frente da casa, próximo à rua, e no último domingo acordei às 8 e 30 da manhã graças a um vizinho da frente de casa (ao lado desse “galpão”) que resolveu serrar o portão de ferro dele. Podia pelo menos aguardar para fazer isso após o almoço né? É o mínimo! É nessas horas que eu gosto de leis como a da Suiça, onde não se pode fazer barulho aos domingos. Se eu acho essa lei absurda? Sim. Poderia ter um intervalo, das 13h às 17h no domingo, ou algo do tipo. Isso sem falar em dias em que passam carros com volume altíssimo, pessoas gritando de madrugada, cantando música alta, xingando, gente que fala gritando ao celular no meio da rua, bem de manhã 7 horas. Esse tipo de falta de respeito. “, acrescentou.

    Um lugar onde não tocam funk.

    39 – Por incrível que pareça, o problema não é o Brasil

    Sei que esse artigo parece estar sendo escrito por alguém que odeia o Brasil, mas a questão não é essa não. Posso dizer que gosto bastante da cultura de Minas Gerais, principalmente por ela ainda preservar bastante as raízes portuguesas, mas também pela comida, natureza e pela cultura da região de Belo-horizonte até o sul de Minas, eu até já quis morar no sul de Minas. Embora tenha nascido numa selva de pedra, cresci comendo queijo minas, já ajudei a fazer pamonha quando viajava para roças/fazendas/sítios com parentes, gosto de disparar a 80km/h “andando” a cavalo, quando eu era criança eu andava com um estilingue no pescoço (na cidade ainda haviam árvores e lotes baldios, hoje inexistentes), o pão-de-queijo foi outra coisa que cresci comendo (mas um pão-de-queijo de qualide sempre foi um ítem de “luxo”), gosto de cães de caça, dentre outros. Também gosto do que há de bom em outros estados, enfim, a cultura brasileira, aquilo que o Estado não destruiu (e por mais que o império e a república sejam fraudes históricas), eu vejo muita coisa boa nela, então o meu problema não é com o Brasil em si. O meu problema, e acredito que o problema de muitos de vocês, é com a subcultura brasileira, é tudo de ruim que surgiu no país e foi alimentado, pra hoje virar essa ditadura insuportável. E caso você esteja achando um exagero o que estou dizendo aqui nesta parte ou em todo o artigo, eu posso provar que isso é verdade, basta vermos os relatos de brasileiros que moram no exterior, e isso em qualquer país. É muito comum vermos brasileiros reclamando de terem sido lesados por outros brasileiros no exterior, principalmente pessoas que não falavam o idioma do país para onde imigraram e tiveram de conviver à força com brasileiros, as reclamações são sempre as mesmas: “Fui passada pra trás”, “Trabalhei pra Fulana por 1 ano e ela mal me pagava 5 dólares a hora”, “Tenho vergonha de dizer que sou brasileiro, por que brasileiros tem fama de encrenqueiros. “, etc e tal. Eis um relato de uma moça que se mudou para a Suíça:

    Foi o suficiente? No YouTube tem mais, só procurar. 🙂

    _______________________________

    Vou parar por aqui, escreva nos comentários o que mais te incomoda no Brasil e eu vejo se é possível incluir na lista (te dou os devidos créditos, com direito a link). Vale ressaltar que comentários de discurso de sódio serão censurados democraticamente, então nem perca tempo destilando ódio pelos dedos, seu comentário não será aprovado. Seja educado e racional quando for comentar. Até o momento esse artigo foi escrito com colaborações.

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