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Será que os liberais são mesmo a raiz do problema? Conheça a religião de todas as religiões – Lucre Bem
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Será que os liberais são mesmo a raiz do problema? Conheça a religião de todas as religiões

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O meme é bom, mas o buraco do anel é mais embaixo.

Ah como eu queria que as coisas fossem simples assim.

O Estado é a personificação de tudo aquilo que não presta em um determinado território. É muita ingenuidade dos libertários simplificar as coisas a esse ponto mostrado na imagem (embora seja um bom meme), como se os liberais fossem a raiz do problema; não, eles são parte, não a raiz.

O tamanho do Estado é diretamente proporcional ao grau de maldade em um determinado amontoado de grupos, que é o que chamam de sociedade, um termo criado para atender as fins políticos (mesmo assim vou usar o termo por conveniência, para um melhor entendimento do texto), sendo assim, os liberais não passam de um efeito colateral da existência do Estado, que eu chamo de diarreia, para os mais íntimos: os liberais não passam de uma caganeira, mas uma caganeira muito perigosa. A existência dos liberais (não confundir com os liberais clássicos como Mises) é a prova de que o mal no coração das pessoas chegou a um ponto tão maquiavélico, que o Estado já fez uma simbiose com as pessoas, onde elas até conseguem reconhecer que precisam do capitalismo, precisam de alguma liberdade econômica, mas elas LITERALMENTE não conseguem viver sem o Estado dizendo-lhes o que elas devem pensar e fazer. A mentalidade de tal sociedade é assim: não mexendo (muito) no meu dinheiro, tá de boas, por que a minha vida hedonista é o suficiente para mim, pois eu como, bebo, f*do, bebo de novo, f*do de novo, como, vomito, me afogo no vômito, durmo, vou trabalhar pra ganhar uma mixaria e depois gastar tudo com bebida, churrasco e put#ri% novamente, e pra mim tá bom demais, enquanto o Estado não me impedir de ser esse…. porco no chiqueiro, comendo e acasalando, eu não ligo pra nada. Essa é a mentalidade na democracia moderna, na democracia pós neoiluminismo, um mundo extremamente materialista onde até os libertários acreditam que a solução está no materialismo. Acredito que Cyberpunk 2077 não está muito longe de se tornar uma realidade, exceto que além as corporações, teremos também o Estado as protegendo, por que no mundo real o corporativismo é impossível sem a religião de idolatria a vag#n%, criada por Augusto Conte, que carinhosamente apelidaram de positivismo.

Citando:

A figura feminina tem papel relevante para o novo sistema social que Comte
defendia, sendo mesmo indispensável para o sucesso da humanidade que o filósofo almejava.
Defendia o fim da religião que se baseasse em um Deus supremo, considerando que
humanidade seria o próprio Deus. A sociedade, devidamente dirigida, atingiria o ápice
intelectual e moral sem necessitar da supervisão de qualquer divindade.
Ao elaborar uma nova forma de organização social, Auguste Comte concede um
lugar específico para a mulher. O filósofo acreditava que a sociedade só poderia ser
reorganizada a partir da reforma intelectual do homem e que a mulher, a quem geralmente
ele se refere como “sexo afetivo”, teria função relevante nesse processo, como será
observado adiante.
Na obra Opúsculo humanitário (1853), edição de 1989, Nísia Floresta (1989, p. 113),
assim como o filósofo, destaca o papel decisivo da mulher para o desenvolvimento moral da
sociedade, desde que fosse devidamente educada, afirmando que: “há um único e potente
motor que pode aglutinar todos esses elementos, e fazê-los cooperar na causa geral da
humanidade. […] Esse motor é o sentimento da ternura; e o seu grande e precípuo lume
está no coração da mulher”.
Comte (1978, p. 297), em seu Catecismo positivista, escrito em 1852, atribui à
mulher o papel de “[…] supremo árbitro privado da educação universal”. A mulher exerceria
forte influência sobre os homens, sendo a principal responsável por sua educação moral.
Afirma ainda que: “[…] o culto positivo erige o sexo afetivo como providência moral de
nossa espécie”. Tal afirmação soa muito familiar se considerarmos que Nísia Floresta
também concebe a mulher enquanto responsável pela educação doméstica de seus filhos.
Rev. Hist. UEG – Porangatu, v.6, n.1, p. 162-183, jan./jul. 2017 ARTIGO| 169
O filósofo, ao refutar todos os preceitos metafísicos, distancia-se da ideia de mulher
pregada pelo catolicismo como origem de todo o mal, advogando que ela seria, ao contrário,
instrumento de elevação da humanidade. No ensaio A mulher, de 1859, Nísia Floresta
(1997, p. 115-117) também discorda dessa ideia de mulher: “[…] não façais dela a mulher
da Bíblia; a mulher de hoje em dia pode sair-se melhor do que aquela […]; mas a mulher
que deve progredir com o século XIX, ao lado do homem, rumo à regeneração dos povos”.
Comte reivindicava a participação do proletariado e das mulheres como base da
reorganização social que almejava e reconhecia que sem eles o sistema que propunha não
poderia prevalecer. É possível perceber a importância dada à mulher pelo filósofo na
seguinte afirmação constante em seu Catecismo positivista (1852):
A mulher e o sacerdote constituem, de fato, os dois elementos essenciais do
verdadeiro poder moderador, ao mesmo tempo doméstico e cívico. Organizando
esta santa coligação social, cada elemento procede aqui de acordo com a sua
genuína natureza: o coração propõe as questões que o espírito resolve. Assim, a
própria composição deste catecismo logo indica a principal concepção do
positivismo: o homem pensando sob a inspiração da mulher, para fazer sempre
concorrer a síntese com a simpatia, a fim de regularizar a sinergia (COMTE,
1978, p. 292).
A mulher, segundo Comte, é altruísta, feita de sentimento e coração, frágil, mas
capaz de modificar o pensamento dos homens partindo de sua afetividade, chegando a ser
retratada como uma santa social. As mulheres seriam responsáveis pelo convencimento da
humanidade no tocante à nova religião proposta pelo filósofo. A família seria o lugar de
ação da mulher, onde ela deveria ser adorada, admirada. O filósofo recomenda que os
casamentos ocorram preferencialmente entre os vinte e um e os vinte e oito anos.
Nísia Floresta reconhece a importância das mulheres no desenvolvimento das
nações a partir da influência que elas exercem sobre os homens, concepção que defende
tanto no Opúsculo quanto em A mulher:
Por mais rigorosas que tenham sido as instituições dos povos, concernentes à
exclusão absoluta da mulher de toda sorte de governo público, quem há aí que
ignore ter ela a maior influência nas ações dos homens e, por conseguinte, nos
destinos dos povos? […] (FLORESTA, 1989, p. 157).
Considere-a desde o berço até seu leito de morte, como aquela que exerce
influência real sobre o destino dele, e, por conseguinte sobre o destino das nações.
(FLORESTA, 1997, p. 117)
Segundo Comte, a influência feminina sobre os homens deve se efetivar no espaço
privado e não no público, pois o filósofo era contra a participação da mulher neste segundo
espaço. Para ele, o principal ofício da mulher era o de formar e aperfeiçoar os homens. Sendo
assim, não seria justo glorificar um grande homem sem antes honrar a sua mãe, sua esposa.

Fonte: Quando projetos se encontram: a mulher entre Augusto Comte e Nísia Floresta

Observe como Augusto C*nt, digo, Comte criou um culto de idolatria ao feminino, não como a Igreja Católica cultua a virgem Maria como símbolo da maternidade, perdão, bondade e santidade da mulher mãe de alguém tomado como o símbolo do amor verdadeiro, mas sim como idolatria ao sexo do feminin. No texto aqui citado inclusive há um espantalho afirmando que a Igreja Católica considera a mulher como a origem de todo o mal, mas como a Igreja Católica considera a mulher como a origem de todo o mal, se Maria é um dos símbolos máximos da Igreja? Até arrisco a dizer que fala-se tanto na santidade de Maria do que em Jesus na Igreja Católica. Até mesmo os próprios protestantes acusam a Igreja Católica de cometer idolatria com a figura de Maria. É muito comum até vermos padres pregando a importância da mulher segundo a Igreja Católica. Não era a Igreja que condenava a mulher, eram alguns santos que, por medo dos homens se desviarem do celibato, criticavam a figura feminina como o antro da perdição masculina. A Igreja já foi uma instituição política, se ela realmente considerasse a mulher como a origem de todo o mal, ela teria perseguido e matado todas as mulheres, permitindo que vivessem apenas algumas que serviriam para a reprodução, sim, a Igreja era capaz disso, portanto, não faz sentido dizer que a Igreja considera a mulher como a origem de todo o mal.

Observe esta imagem:

Igreja positivista do Brasil, em ruínas.

Essa imagem é da Igreja Positivista do Brasil, em ruínas, eis aí o resultado do estatismo. Hoje provavelmente já a reformaram, mas enquanto o lugar não correu o risco de desabar, o Estado não deu a mínima para ele. O estatismo nasceu como forma de idolatria ao feminino, não como figura metafísica divina, mas assim como fora citado no texto da revista “Quando projetos se encontram: a mulher entre Augusto Comte e Nísia Floresta”, chamando a mulher de uma “santa social”, um termo que não faz sentido algum, pois ninguém se torna santo, ninguém se torna iluminado, sem sacrificar a carne e o ego, e a palavra “social” remete exatamente à carne e ao ego, ao materialismo enquanto meio de se atingir diferentes fins para satisfazerem os desejos da carne. Mais tarde a mesma mentalidade viria a ser utilizada em outras ideologias, sempre demonizando um grupo e glorificando o grupo que por algum tempo fora perseguido pelo grupo demonizado. Sim, isso é o Estado, uma instituição que sobrevive da luta de classes, da trapaça, da extorsão e da ilegitimidade, mas tal ilegitimidade é quando analisamos as coisas do ponto de vista ético, ou seja, a partir de uma base epistemológica, por que alguma “legitimidade” há sim, eu diria que há uma cumplicidade, cumplicidade entre as pessoas que querem o Estado e ainda acreditam que é impossível viver sem ele. E é aqui que o autor deste artigo queria chegar, tudo isso fora escrito para mostrar-lhe como uma instituição criada a partir da idolatria da carne tornou-se essa aberração que é hoje, esse “anel” do mal, que, diferentemente do anel do filme “O senhor dos anéis”, não pode ser destruído, pois a origem do mesmo é lado obscuro da natureza humana.

O autor deste artigo conclui que o Estado nada mais é do que a religião de todas as religiões, pois o mesmo não tem religião ao mesmo tempo em que tem. A religião do Estado é ele mesmo, não tendo hoje uma entidade de idolatria se não o próprio ego daqueles que acham que estão certos acerca de tudo, independente de crerem em um Deus, na Ciência ou na receita de lasanha ensinada pela Ana Maria Braga. O Estado é como a personificação do Satanás bíblico, ele é a personificação do mal do coração humano, ele te bota para brigar contra o seu vizinho, parentes, amigos, colegas de trabalho, ele faz você escolher um lado ideológico, ou até religioso, e te dá bastante corda para que você se destrua ou no final ele acabe te traindo, mas enquanto você se destrói, ele tira proveito de tudo o que você está fazendo, para ganhar mais poder e crescer enquanto entidade agressora.

Para fazer uma analogia:

Vamos pegar um determinado grupo religioso como exemplo, tal grupo tem uma crença monoteísta, tal grupo se considera o dono da verdade, esse grupo almeja tirar proveito de uma subcultura em total decadência, e consegue.
Temos aí um Estado religioso, um país inteiro com viés de uma só religião, um país que proíbe que as pessoas tem qualquer religião se não a religião que criou tal Estado. Tudo vai bem, conforme o planejado, até que uma pessoa começa a reclamar de tal Estado religioso, depois 10 pessoas, depois 100, depois 10 mil pessoas. De repente há pessoas, na política e fora dela, cometendo atrocidades em nome da religião de tal Estado, sabe o que vem depois? A opinião pública começa a se voltar contra esse Estado religioso, começam a surgir então ideologias que promovam a libertação (libertinagem) de tal povo, as pessoas começam a se perder no hedonismo, em questão de décadas aquele Estado religioso fica em frangalhos, nas mesma situação em que estava o Estado anterior, o que surgiu de outra religião. É por isso que o autor deste artigo compara o Estado ao Lúcifer da Bíblia, por que o Estado é na verdade uma entidade extrafísica, pois ele não precisa da opinião de ninguém para existir, ele apenas precisa que as pessoas tenham ódio em seus corações. Metaforicamente falando, Lúcifer usa as pessoas que acreditam nele, e depois as trai, destruindo-as e depois roubando-lhes a alma; o Estado enquanto entidade extrafísica faz a mesma coisa.

Já se perguntou por que há tanta gente hoje que odeia a Jesus Cristo? Eu não estou falando de gente que odeia a religião cristã (se é que isso significa algo), eu digo gente que odeia a figura de Jesus Cristo, e não, eu não estou te mandando acreditar em nada, você acredita no que você quiser, mas você não podem negar que muitos odeiam a Jesus Cristo por que ele ensinou uma filosofia tão libertária quanto o libertarianismo, ele ensinou que o sistema é a antítese do amor, e que somente o amor e o perdão, ambos sendo a mesma coisa, são capazes de libertar o homem da escravidão sistêmica. Esse papo de Amor tem uma lógica por trás: o objetivo é fazer com que as pessoas aprendam a conviver com empatia, e não com tolerância (pois tolerância tem limite e não é sinônimo de gostar do próximo). O amor não enquanto paixão, mas enquanto filosofia de vida que enquanto for seguida por uma, duas, cem, milhares de pessoas de uma sociedade, mais livres, felizes e prósperas essas pessoas serão. Outros, como Gautama, também tentaram passar essa mensagem, mas Cristo foi radical nesse aspecto, tanto que hoje não é Gautama que é odiado.

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